HELIOGABALO'S PORNUTOPIA

Heliogabalo's first porn movie trailer - Pornutopia I

Viewers watching may wonder what all the fuss is about, but will quickly realize that it leaves absolutely nothing to the imagination. There is a tremendous amount of nudity: there is very explicit gay, lesbian, and straight sex, kinky sex, and a grand orgy complete with dancing Roman guards thrown in for good measure. The film is also incredibly violent and bloody, with rape, torture, and mutilation the order of the day. In one particularly disturbing scene, a man is slowly stabbed to death, a woman urinates on his corpse, and his genitals are cut off and thrown to the dogs.



HELIOGABALO'S PORNUTOPIA II
There you go again destroying meaning. Heliogabalo's 2nd porn movie trailer.



HELIOGABALO'S PORNUTOPIA III - Vagina Envy.
It's really time for us to grow up and find out our new vaginas. Balls are fragile and easily hurt. If you want to be rough, grow yourself a vagina. Those things can take a nice hammering!




This is EPICSTER™

POPALITY™

Toda a nossa realidade se tornou experimental. Na ausência de destino chegámos ao ponto em que somos deixados ao acaso da experimentação ilimitada sobre nós mesmos. O Reality-Showdepende da ilusão mediática da realidade ao vivo, e tornou-se em conceito universal, versão condensada do jardim zoológico humano, do gueto claustrofóbico. Reclusão voluntária como laboratório de convivialidade relacional sintética e sociabilidade modificada pela tecnologia. Neste momento em que tudo está à vista (como no Big Brother, Facebook, etc.), damos conta de que já não há nada para ver. O espelho do grau zero, da anestesia, comprova o desaparecimento do outro e confere a certeza de que os humanos não são seres fundamentalmente sociais. Esta situação torna-se equivalente ao readymade —transferência do quotidiano, da vida aborrecida e diária regida pelos modelos dominantes, para o contexto espectacular. Banalidade sintética manufacturada em circuito fechado e sistema de controlo.
 O microcosmos artificial do reality-show transfigura-se em parque temático, que nos oferece a ilusão de mundo real, mundo exterior, quando na realidade já nada de exterior ao Big Brotherexiste: JÁ ESTAMOS TODOS LÁ DENTRO. A realidade virtual ou televisiva não passa de mero detalhe fractal da realidade global. Na nossa existência quotidiana somos todos cobaias de situações de realidade experimental para animais. Deste facto nasce o fascínio pela imersão e interacção espontânea. Será isso uma forma de voyeurismo? Não, o sexo está em toda a parte mas não é isso que as pessoas querem. Elas desejam profundamente o espectáculo da banalidade, a verdadeira obscenidade: nulidade, insignificância e mansidão. O extremo oposto do teatro da crueldade. Mas pode ser que esta docilidade seja a forma mais extrema de crueldade, pelo menos virtualmente. Neste tempo em que a televisão e os jornais vão sendo desviados dos eventos insuportáveis que ocorrem no Mundo, descobrem na banalidade existencial o mais mortífero dos eventos, a notícia mais violenta, a verdadeira cena do crime perfeito. As pessoas estão fascinadas, magnetizadas e aterrorizadas pela indiferença do nada-para–dizer, nada-para-fazer, pela indiferença da sua própria existência. Ao visualizarmos o crime perfeito da banalidade, como nova face do destino, este torna-se no verdadeiro desporto olímpico, ou, pelo menos, em desporto radical. 
Tudo isso se reforça com a situação em que o público é convidado a julgar, dentro de todas os parâmetros do activismo fraudulento. Este é o jogo épico em que o espectador se converte em Big-Brother.

BANALITY SHOW - season 200 [2012]

Toda a nossa realidade se tornou experimental. Na ausência de destino chegámos ao ponto em que somos deixados ao acaso da experimentação ilimitada sobre nós mesmos. O Reality-Show depende da ilusão mediática da realidade ao vivo, e tornou-se em conceito universal, versão condensada do jardim zoológico humano, do gueto claustrofóbico. Reclusão voluntária como laboratório de convivialidade relacional sintética e sociabilidade modificada pela tecnologia. Neste momento em que tudo está à vista (como no Big Brother, facebook, etc.) damos conta de que já não há nada para ver. O espelho do grau zero, da anestesia, comprova o desaparecimento do outro e confere a certeza de que os humanos não são seres sociais.














BANALITY SHOW - season 200 [2011]

Toda a nossa realidade se tornou experimental. Na ausência de destino chegámos ao ponto em que somos deixados ao acaso da experimentação ilimitada sobre nós mesmos. O Reality-Show depende da ilusão mediática da realidade ao vivo, e tornou-se em conceito universal, versão condensada do jardim zoológico humano, do gueto claustrofóbico. Reclusão voluntária como laboratório de convivialidade relacional sintética e sociabilidade modificada pela tecnologia. Neste momento em que tudo está à vista (como no Big Brother, facebook, etc.) damos conta de que já não há nada para ver. O espelho do grau zero, da anestesia, comprova o desaparecimento do outro e confere a certeza de que os humanos não são seres sociais.